6 de outubro de 2008
21 de julho de 2008
Um Divórcio no Iemen e a Motivação do Funcionario aqui no Brasil
MENINA DE 10 ANOS CONSEGUE O DIVORCIO NO IEMEN.
Brincando de bola de gude com os irmãos, a imagem inocente da menina logo se transforma ao ser mencionado o nome do ex-marido, que ela descreve como um homem velho e feio. (Noticia no Portal Terra)
Noticias de alguns costumes ainda existentes em lugares remotos do planeta nos causam perplexidade e indignação. Certamente também causarão perplexidade e indignação em outros países as noticias provenientes do Brasil, que para nós por ser fato corriqueiro não nos chama a atenção. Lembro-me que certa vez em Cingapura, assistindo um programa de esportes pela TV, a programação foi interrompida e o Plantão da Emissora informava que havia ocorrido um crime no País há poucas horas. Estamos tão acostumados com a criminalidade que não nos detemos mais para coisas tão banais. Lá os crimes são raros.
No mundo corporativo também existem situações semelhantes: práticas ultrapassadas, que desrespeitam e humilham o colaborador continuam a ser usadas em nome da boa motivação. Também não nos importamos com estas práticas, pois estão banalizadas entre nós.
Ontem, em visita a uma empresa, conversei no café com um funcionário que com lágrimas nos olhos disse-me que diariamente recebe ameaças de demissão caso não aumente o seu volume de vendas. Sua esposa, grávida do primeiro filho, vive apreensiva e tensa. O fato da chegada do primeiro filho também é lembrado constantemente como elemento motivador.
Estas empresas esquecem que o sucesso no aumento do volume de vendas é resultado de muito planejamento, esforço conjunto, treinamento consistente e motivação da equipe.
Algumas empresas literalmente colocam o novo colaborador frente a um terminal de computador e uma linha telefônica e sem nenhuma atividade de formação ou informação aguardam resultados satisfatórios. A dinâmica do mundo corporativo tem mostrado que estas empresas estão perdendo mercado, já não conseguem as metas de um passado recente, mas infelizmente, muitos funcionários sofrerão o trauma do desemprego antes que fechem suas portas, por incapacidade administrativa e de adaptação a nova ordem social.
MENINA DE 10 ANOS CONSEGUE O DIVORCIO NO IEMEN.
Brincando de bola de gude com os irmãos, a imagem inocente da menina logo se transforma ao ser mencionado o nome do ex-marido, que ela descreve como um homem velho e feio. (Noticia no Portal Terra)
Noticias de alguns costumes ainda existentes em lugares remotos do planeta nos causam perplexidade e indignação. Certamente também causarão perplexidade e indignação em outros países as noticias provenientes do Brasil, que para nós por ser fato corriqueiro não nos chama a atenção. Lembro-me que certa vez em Cingapura, assistindo um programa de esportes pela TV, a programação foi interrompida e o Plantão da Emissora informava que havia ocorrido um crime no País há poucas horas. Estamos tão acostumados com a criminalidade que não nos detemos mais para coisas tão banais. Lá os crimes são raros.
No mundo corporativo também existem situações semelhantes: práticas ultrapassadas, que desrespeitam e humilham o colaborador continuam a ser usadas em nome da boa motivação. Também não nos importamos com estas práticas, pois estão banalizadas entre nós.
Ontem, em visita a uma empresa, conversei no café com um funcionário que com lágrimas nos olhos disse-me que diariamente recebe ameaças de demissão caso não aumente o seu volume de vendas. Sua esposa, grávida do primeiro filho, vive apreensiva e tensa. O fato da chegada do primeiro filho também é lembrado constantemente como elemento motivador.
Estas empresas esquecem que o sucesso no aumento do volume de vendas é resultado de muito planejamento, esforço conjunto, treinamento consistente e motivação da equipe.
Algumas empresas literalmente colocam o novo colaborador frente a um terminal de computador e uma linha telefônica e sem nenhuma atividade de formação ou informação aguardam resultados satisfatórios. A dinâmica do mundo corporativo tem mostrado que estas empresas estão perdendo mercado, já não conseguem as metas de um passado recente, mas infelizmente, muitos funcionários sofrerão o trauma do desemprego antes que fechem suas portas, por incapacidade administrativa e de adaptação a nova ordem social.
3 de junho de 2008
Kouzes e Posner
Estava lendo um dos livros destes autores e de vez em quando observava o mundo lá fora pela escotilha de meu veleiro, quando me deparei com esta afirmação que merece uma boa reflexão:
Liderança é uma arte. E, na arte de Liderar, o instrumento do artista é seu próprio ser. Dominar a arte de liderar é dominar a si próprio. Em ultima instancia, o processo de desenvolvimento da liderança é um processo de autodesenvolvimento.
Estava lendo um dos livros destes autores e de vez em quando observava o mundo lá fora pela escotilha de meu veleiro, quando me deparei com esta afirmação que merece uma boa reflexão:
Liderança é uma arte. E, na arte de Liderar, o instrumento do artista é seu próprio ser. Dominar a arte de liderar é dominar a si próprio. Em ultima instancia, o processo de desenvolvimento da liderança é um processo de autodesenvolvimento.
21 de maio de 2008
20 de maio de 2008
7 de janeiro de 2008
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